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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Sementes do Bem: Geladinhos Gourmet

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Às vezes, quando a gente está começando algo novo, o coração vai na frente e a segurança ainda vem atrás. A gente quer acertar, quer agradar, quer não perder a venda, quer não parecer “cara”, quer não ser julgada… e, nesse movimento cheio de boa intenção, pode acabar dizendo algo que não representa exatamente quem somos ou o valor real do que oferecemos. Não é maldade. É medo. Medo de vender, medo de não ser escolhida, medo de ouvir um “não”. E o medo, quando fala mais alto, confunde a nossa comunicação. Ele faz a gente se explicar demais, se diminuir, justificar o preço, o valor, o trabalho. E, às vezes, do outro lado, a pessoa interpreta pelo lugar dela — não pelo nosso coração. Isso faz parte do aprendizado. Quem empreende aprende errando, ajustando, sentindo, recalculando a rota. Não existe começo perfeito, existe começo verdadeiro. Cada conversa é um treino de maturidade emocional. Cada silêncio do outro é uma oportunidade de fortalecer a própria segurança. Nem todo afastam...

A felicidade me reencontrou mais um dia

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A felicidade me reencontrou A felicidade não chegou fazendo barulho. Ela não bateu à porta com promessas grandes nem com respostas prontas. Ela me reencontrou no simples. No dia em que eu consegui respirar fundo sem culpa. No instante em que minhas mãos criaram algo bonito mesmo estando cansadas. No sabor azedinho do maracujá equilibrado com o doce certo, segurado com cuidado, como quem segura um momento que não quer perder. A felicidade me reencontrou quando eu parei de correr atrás dela. Quando aceitei que viver não precisa ser grandioso o tempo todo, apenas verdadeiro. Quando entendi que alegria também mora nas pausas, nas tentativas, nos gestos pequenos que aquecem por dentro. Ela veio no meio do caminho, não no final. Veio enquanto eu fazia, enquanto eu sentia, enquanto eu continuava apesar de tudo. Veio quando eu escolhi cuidar, criar, permanecer. Hoje eu sei: a felicidade não se perde. Ela espera a gente se reencontrar consigo.

A Felicidade Me Despertou!

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Muitas vezes, a mente nos prende em um loop silencioso, projetando a felicidade como um prêmio distante — algo a ser alcançado após a próxima meta, o próximo passo, o próximo desafio. No entanto, a verdadeira transmutação acontece quando compreendemos que a virada de chave não é externa, mas uma mudança interna, sutil e profunda. A felicidade não nos encontra na exaustão da corrida; ela se revela quando escolhemos caminhar com presença. Ao integrar o fluxo divino, percebemos que florescer exige a coragem de transmutar controle em confiança. Quando cessamos a resistência à correnteza das expectativas e honramos a soberania da virada do tempo — respeitando as estações de silêncio e as de colheita — abrimos espaço para uma compreensão mais íntima e verdadeira. Enfim, me dei conta de que a felicidade não me reencontrou apenas — ela sempre esteve dentro de mim . E quando esse reconhecimento acontece, a busca se dissolve. A palavra deixa de ser tentativa e se transforma ...